domingo, 23 de março de 2014

Das flores...

Das flores que trago nas mãos...
Uma, o meu dedo espeta!
Outra, minha face enrubesce!
E outra, meu riso desperta...

Mas esta flor invisível...
Esta, que sempre me atenta,
Esta, que nunca me esquece...

Bem sei: é perpétua!

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